domingo, setembro 08, 2013

"José Anastácio da Cunha: um educador iluminado"

Seminário MAT2 "José Anastácio da Cunha: um educador iluminado", 13 e 14 de setembro (Casa de Mateus, Vila Real) Inscrições abertas

Realizar-se-á já nos próximos dias 13 e 14 de setembro de 2013, na Casa de Mateus, em Vila Real, o Seminário "José Anastácio da Cunha: um educador iluminado"; dinamizado no âmbito do projeto MAT2 (José Anastácio da Cunha e a MATemática nos Fundos Setecentistas do Arquivo da Casa de MATeus), resultante de um protocolo entre a Universidade do Minho e a Fundação da Casa de Mateus e no qual participam dezenas de investigadores de diversas áreas.

Toda a informação referente ao projeto e ao seminário, designadamente os oradores convidados e o programa detalhado está disponível em http://w3.math.uminho.pt/~web/Mat2/MAT2 .
Para esclarecimentos complementares, queira por favor contactar-nos para mat2@math.uminho.pt

Alertamos que as inscrições decorrem só até ao dia 6 de setembro.

Gratos pela atenção
Enviamos os nossos melhores cumprimentos, esperando podermos contar com a sua presença

A Comissão Organizadora
M.ª Elfrida Ralha (CMAT, U. Minho)
António Leal Duarte (CMUC, U. Coimbra)
Jaime Carvalho e Silva (CMUC, U. Coimbra)
Abel Rodrigues (Fundação da Casa de Mateus)
Ângela Lopes (CMAT, U. Minho)


segunda-feira, julho 29, 2013

Portugal conquistou a melhor pontuação de sempre nas Olimpíadas Internacionais de Matemática

Segundo notícia do jornal Público, Portugal conquistou a "melhor pontuação de sempre" nas Olimpíadas Internacionais de Matemática, que decorreram na Colômbia, com 111 pontos. Uma medalha de ouro, quatro de bronze e uma menção honrosa são os resultados que colocaram o país em 36.º lugar na classificação (não oficial) por países, num total de 97 países participantes.
Fico satisfeito de saber que, com a consolidação do trabalho do Projeto Delfos, que prepara ao longo do ano (aos fins de semana), os jovens entusiastas portugueses da resolução de problemas matemáticos, Portugal consiga obter resultados tão bons. Isto prova que, quando somos organizados e persistentes, conseguimos atingir objetivos avançados. Não significa tal que o ensino da Matemática em Portugal seja perfeito, longe disso, até porque estamos a falar de um número reduzido de estudantes (menos de uma centena); mas pelo menos prova que uma elite de entusiasta consegue progredir nas atuais condições de trabalho dos sistemas escolares e não escolares. Que outros possam seguir este exemplo!

sexta-feira, fevereiro 08, 2013

VII CoimbraMAT, 16 fevereiro de 2013

No Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra

sexta-feira, dezembro 21, 2012

“retrocesso muito sério na educação matemática”

As novas metas curriculares aprovadas pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) e a introdução de exames no 4.º e 6.º ano podem saldar-se num “retrocesso muito sério na educação matemática”, alertou nesta quinta-feira a Associação de Professores de Matemática (APM).

quarta-feira, dezembro 12, 2012

TIMMS e PIRLS em 2011


Hoje foram noticiados os resultados dos estudos do TIMSS e PIRLS de 2011.  Dos 50 países que participaram no estudo que avalia o desempenho em Matemática e Ciências – Trends in International Mathematics and Science Study (TIMSS) –, Portugal ficou, respectivamente, em 15.º e 19.º lugar.
O desempenho em leitura foi avaliado pelo estudo Progress in International Reading Literacy Study (PIRLS), em que Portugal participou pela primeira vez, tendo também aqui ficado em 19.º lugar. Ambos os estudos são realizados pela International Association for the Evaluation of Educational Achievement (IEA). Por comparação a 1995, o último ano em que os alunos portugueses deste nível foram avaliados pelo TIMMS, Portugal está no pequeno grupo de países que apresenta melhorias no desempenho dos seus estudantes, tendo ficado acima da média tanto em Ciências como em Matemática. Em 1995 ficou abaixo, tendo então ficado entre os cinco últimos colocados.

Houve pois uma evolução positiva entre 1995 e 2011. Porquê?

O Ministério da Educação e Ciência atribui a melhoria à “pressão por uma maior exigência por parte da sociedade civil, a introdução de uma avaliação continuada, através de provas de aferição no primeiro ciclo, e um maior controlo sobre os manuais escolares”.

Será mesmo assim?