"Após reflexão conjunta da Autarquia, Agrupamentos de Escolas da Rede
Pública da Amadora e Centro de Formação da Associação de Escolas do
Concelho da Amadora – CFAECA sobre os resultados escolares dos últimos
anos, tornou-se clara a necessidade de potenciar as aprendizagens dos
alunos ao nível da Matemática. (...) estratégia passa por aprofundar o
conhecimento de quem tem a responsabilidade de ensinar, numa ótica de
formação de competências, sustentada com o apoio académico do CESNOVA da
Universidade Nova de Lisboa."
Carlos Barbosa, Presidente do Automóvel Clube de Portugal: "Ou eles não aprenderam matemática quando eram novos, ou então tiveram um curso comprado". "Diário de Notícias", 1-8-2014
"Portugal and Spain, at 33rd and 34th position respectively, present fairly stable profiles. As in past editions, both countries have managed to develop good ICT infrastructures (36th and 32nd, respectively) and ICT uptake has permeated among their populations, particularly in Spain where almost three-quarters are Internet users (34th). In addition, both governments have made significant attempts to increase the number of services they offer online. Despite these efforts, both countries continue to struggle to fully leverage ICTs to boost innovation (42nd and 57th, respectively), and weaknesses in their innovation ecosystems persist, notably in Spain (51st). Addressing these weaknesses and integrating ICT investments better with other innovation enhancing investments, such as R&D, would result in more robust economic outputs, which are needed for the economic transformation of these countries." (p.20)
The Global Information Technology Report 2014 is a special project within the framework of the World Economic Forum’s Global Competitiveness and Benchmarking Network and the Industry Partnership Programme for Information and Communication Technologies. It is the result of collaboration between the World Economic Forum and INSEAD.
"a comprehensive assessment of networked readiness, or how prepared an
economy is to apply the benefits of information and communications
technologies (ICTs) to promote economic growth and well-being":
(disponibilizado pelo Ministério da Educação de Portugal) e na brochura "Projetos Educativos" desenvolvida para apoio ao programa de Matemática do Ensino Secundário em 1998:
Autores:Lina Brunheira, Paulo Abrantes, Rita Bastos
Pontos fortes:
i) Um projecto é uma actividade intencional com um determinado objetivo;
ii) Um projecto tem uma margem considerável de iniciativa e de autonomia daqueles que o realizam;
iii) Aquilo que se pretende fazer constitui um problema genuíno para quem o faz e envolve alguma originalidade;
iv) O objectivo central do projecto constitui um problema ou torna-se uma fonte geradora de problemas;
v) Um projecto corresponde a um trabalho que se estende ao longo de um período de tempo mais ou menos prolongado e percorre várias fases desde a formulação do objectivo central até à apresentação dos resultados passando pelo planeamento e execução;
vi) A natureza de projecto da actividade pode traduzir-se num acréscimo de empenhamento e motivação.
Debilidades:
i) os projectos podem ocupar muito tempo;
ii) grandes espaços de tempo podem cobrir apenas uma pequena parte dos conteúdos curriculares;
iii) retira tempo ao ensino direccionado para a aquisição de competências básicas;
iv) pode ser difícil recolher evidências de que os alunos alcançaram os objectivos propostos;
v) os alunos podem passar a maior parte do tempo a realizar actividades que não se traduzem em novas aprendizagens.
Reorganizing the school network to provide better facilities and new opportunities
Portugal's weak results in the 2000 PISA tests spotlighted
major shortcomings in the nation's education system. In rural areas,
many primary schools were small and isolated. In towns and cities,
schools were often so crowded that they had to operate a double shift.
Students, particularly from disadvantaged backgrounds, frequently had to
repeat grades. Many eventually dropped out of school.
- See more at: http://www.pearsonfoundation.org/oecd/portugal.html#sthash.7tnncK7a.dpuf
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Peter Mathews: “Há professores que pensam que ensinar é só ensinar as suas disciplinas,
mas é sobretudo ensinar os seus alunos. E a forma de levar os alunos a
querer aprender mais é ensiná-los de uma maneira muito activa. Para que
se tornem também eles activos na sua aprendizagem”, diz. E exemplifica:
“As crianças não aprendem a escrever por lhes ser dito como devem
escrever, elas aprendem quando têm coisas interessantes sobre que
escrever, quando são ajudadas. Se lhes disserem, eles esquecem. Se
fizerem, eles percebem e lembram-se.”
Seminário MAT2 "José Anastácio da Cunha: um educador iluminado", 13 e 14 de setembro (Casa de Mateus, Vila Real) Inscrições abertas
Realizar-se-á já nos próximos dias 13 e 14 de setembro de 2013, na Casa de Mateus, em Vila Real, o Seminário "José Anastácio da Cunha: um educador iluminado"; dinamizado no âmbito do projeto MAT2 (José Anastácio da Cunha e a MATemática nos Fundos Setecentistas do Arquivo da Casa de MATeus), resultante de um protocolo entre a Universidade do Minho e a Fundação da Casa de Mateus e no qual participam dezenas de investigadores de diversas áreas.
Toda a informação referente ao projeto e ao seminário, designadamente os oradores convidados e o programa detalhado está disponível em http://w3.math.uminho.pt/~web/Mat2/MAT2 .
Para esclarecimentos complementares, queira por favor contactar-nos para mat2@math.uminho.pt
Alertamos que as inscrições decorrem só até ao dia 6 de setembro.
Gratos pela atenção
Enviamos os nossos melhores cumprimentos, esperando podermos contar com a sua presença
A Comissão Organizadora
M.ª Elfrida Ralha (CMAT, U. Minho)
António Leal Duarte (CMUC, U. Coimbra)
Jaime Carvalho e Silva (CMUC, U. Coimbra)
Abel Rodrigues (Fundação da Casa de Mateus)
Ângela Lopes (CMAT, U. Minho)
Segundo notícia do jornal Público, Portugal conquistou a "melhor pontuação de sempre" nas Olimpíadas
Internacionais de Matemática, que decorreram na Colômbia,
com 111 pontos. Uma medalha de ouro, quatro de bronze e uma menção
honrosa são os resultados que colocaram o país em 36.º lugar na
classificação (não oficial) por países, num total de 97 países participantes.
Fico satisfeito de saber que, com a consolidação do trabalho do Projeto Delfos, que prepara ao longo do ano (aos fins de semana), os jovens entusiastas portugueses da resolução de problemas matemáticos, Portugal consiga obter resultados tão bons. Isto prova que, quando somos organizados e persistentes, conseguimos atingir objetivos avançados. Não significa tal que o ensino da Matemática em Portugal seja perfeito, longe disso, até porque estamos a falar de um número reduzido de estudantes (menos de uma centena); mas pelo menos prova que uma elite de entusiasta consegue progredir nas atuais condições de trabalho dos sistemas escolares e não escolares. Que outros possam seguir este exemplo!